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Vantagens da carreira generalista em RH


Leandro Cesar Santos - Profissional de Recursos Humanos - Em transição de carreira


O cenário cada vez mais complexo do mundo de negócios no qual estamos inseridos requer profissionais que deem conta de diversas atividades, com recursos de produção escassos e visão ampla dos desafios da organização. Precisamos aprender e reaprender de forma rápida e contribuir de maneira mais integrada com as equipes e empresas.


Pensando nisso, resolvi trazer nesse texto várias vantagens que em minha experiência em Recursos Humanos eu pude vivenciar e ressaltam a importância de um profissional generalista na equipe (a imagem no título é um mapa criado a partir das experiências de meu perfil profissional).


O primeiro ponto que gostaria de contar sobre a carreira generalista é, espelhado na minha própria trajetória e em outras situações observadas, na maioria das vezes o profissional não é contratado com o escopo amplo de atuação, mas sim para funções específicas em cargos especialistas.


No início de minha vida profissional em RH, trabalhei em uma empresa de pequeno porte onde eu era responsável pela seleção. O diretor, ao me contratar, tinha a visão clara que precisava de alguém qualificado para cuidar dos processos seletivos do escritório e assim atrair pessoas prontas para os desafios da organização em crescimento. Dessa forma, eu desenvolvi o fluxo do processo seletivo, as descrições de cargo, provas, recrutamentos e as entrevistas para decidir sobre os novos funcionários. Poderia me conter com esse trabalho, mas, confesso, eu sou inquieto!


Eu pensava qual forma de contribuir mais com o desenvolvimento da empresa e dos funcionários, utilizando os poucos conhecimentos que tinha sobre gestão de pessoas até aquele momento. Semanalmente, esse diretor apresentava para todos os empregados os números de uma campanha de endomarketing, com resultados do negócio e desempenho das áreas, acompanhado de uma palestra com temas de sua escolha. Em uma dessas ocasiões, notei que poderia acrescentar mais valores às palestras e dei minha contribuição com o conteúdo da apresentação. O diretor apreciou o trabalho montado e passou a atribuir a mim a condução de todo o processo. Assim, além das seleções, comecei a trabalhar com treinamentos e indicadores de desempenho (quem não quer mais trabalho?).


Com isso, entendo que um ponto de vantagem do profissional generalista é a facilidade para aprender coisas novas e buscar outras formas para realizar seu trabalho, seja por meio de cursos, benchmarking com os colegas do setor, grupos de estudos, leituras e demais formas para manter boa qualidade nas novas demandas. A curiosidade e vontade de contribuir são uma chama para o generalista.


Lidar com diversos projetos, processos e trabalhos requer, além de disciplina de execução, habilidade de lidar com mudanças. Em diversas situações eu trabalhava com tarefas diferentes ao longo do dia, selecionando pessoas, negociando com fornecedores de treinamento, com apoio aos gestores com na avaliação de desempenho, preparo de relatórios e acompanhando as ações do estagiário com a implementação de intranet – tudo no mesmo dia. E a habilidade de lidar com mudanças também se aplicava em projetos que eram paralisados, apesar de meses de trabalho no preparo, pois aqueles assuntos não estariam mais na agenda do momento.


Outra vantagem é que, ao aprender sobre um novo trabalho, é possível adquirir novas habilidades e ampliar a visão em tarefas anteriormente conhecidas. Essa questão eu notei quando comecei a trabalhar com pesquisa de clima e com treinamentos. Esses novos conhecimentos expandiram o olhar que eu tinha sobre seleção, algo que eu já fazia, e me ajudaram a contratar pessoas com melhores competências voltadas para o negócio por eu ter ganhado um olhar sistêmico dos processos de RH na organização.


Com a carreira generalista também aprendi a ter humildade e respeito pelos demais colegas de RH, por que foram sentidas na prática as dificuldades dos outros sistemas de nossa área. Percebia quais eram as cobranças dos clientes internos, entraves do processo, limitações da organização e importância daquele trabalho no resultado da organização. Parei de reclamar do pessoal da folha (quem nunca?). Esse inter-relacionamento no RH foi importante para minha carreira.


Eu vejo que os conhecimentos adquiridos ao longo de minha experiência generalista serviram de bagagem levadas para as empresas seguintes em que fui contratado, o que possibilitou inovação e visão crítica, pois trazia comigo ideias 'fora da caixa'. Assim como eu estava habituado com as mudanças eu provocava mudanças e entendia em qual processo eu podia aprimorar, como eu poderia influenciar na melhoria e descobria qual prática eu não poderia mexer (as empresas tem seus guardiões).


O cuidado para quem prefere por uma carreira generalista em Recursos Humanos é aprofundar-se nas oportunidades, construindo conhecimentos e experiências sólidas para evitar superficialidade em sua vivência profissional. É importante saber discutir as vantagens e desvantagens de tal prática de RH, possíveis ameaças no projeto, impacto da decisão para melhoria dos negócios, como aumentar produtividade da equipe e como isso pode afetar o clima. É preciso encontrar um ponto de equilíbrio entre a carreira generalista e especialista, tendo consciência que é impossível ser bom em tudo.


Além disso, organizar a rotina é tarefa crucial, de forma que se tenha uma quantidade de horas adequadas para cada trabalho desenvolvido, caso contrário, é eminente o risco de se perder o foco e ser enterrado pelas diferentes demandas. É preciso fazer uma coisa por vez. Peter Drucker comenta esse ponto ao dizer que “quanto mais se concentram tempo, esforço e recursos tanto maior será o número e a diversidade de tarefas que poderão ser realizadas”.


Uma sugestão para gestores que desejam criar equipes multitarefas e generalistas é promover desafios aos profissionais com alto potencial atribuindo-lhes tarefas que estejam fora de seu escopo de atuação, oferecendo o apoio suficiente para realizar esta tarefa.


Outro ponto interessante é o líder gerenciar o processo de trabalho, em vez da metodologia utilizada por essa pessoa. Supervisionar os métodos do funcionário pode diminuir a criatividade e espontaneidade, promovendo uma dependência ao gestor. O generalista precisa identificar em si mesmo os comportamentos para desempenhar novos papéis e como fazer o trabalho melhor, se comprometendo com a entrega de alta performance. O líder pode ajudar com a cobrança de resultados, acompanhamento do funcionário em situações complexas ou que requerem sua influência e decisão.


Com isso tudo, acredito que o profissional generalista de RH é uma opção interessante para os desafios do mundo atual, por sua versatilidade e capacidade de influência nas diversas vertentes de nosso setor. Apostem nele.

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